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Yamaha Fazer YS 250 2012

Modelo street para deslocamentos no trabalho ou lazer, em áreas urbanas, passeios e viagens nos finais de semana para piloto e garupa

Terceiro modelo mais comercializado pela a Yamaha, a Fazer YS 250 para 2012 recebeu alterações nos gráficos, se mantendo a comercialização nas cores; preta, vermelha e roxa.

Visão Geral

Seu design combina elementos atuais e visual “estiloso”. A começar pelo desenho do tanque de combustível com capacidade para 19,2 litros de – 4,5 reserva, com tratamento em zinco, rodas de liga leve com cinco raios duplos (dianteiro MT 2.15 x17 e traseiro 3.00 x17), pára-lamas traseiro agregado ao cobre corrente e desenho do silencioso que abriga o catalisador.

O assento acomoda duas pessoas com conforto, o painel de instrumentos comporta um tacômetro convencional e um cristal líquido multifuncional, com hodômetro total e dois parciais (trip1 e trip2), mais hodômetro do combustível (f-trip), marcador do nível de combustível digital e relógio, além das luzes espias.

O farol com multirefletor e lente em policarbonato facetado semelhante a sua irmã maior XJ6, e leva uma lâmpada de 60 watts. Os piscas são em forma de gota, e a rabeta “ascendente” tem uma lanterna em LED inspirada na Yamaha YZF-R1.

O chassi é do tipo berço duplo. A suspensão dianteira tem barras de 37 mm de diâmetro e 120 mm de curso, enquanto a traseira é monoamortecida com 120 mm de curso e link da suspensão por rolete. Os freios, ambos a disco, tem 282 mm de diâmetro e pinça com dois êmbolos na dianteira, enquanto na traseira leva um disco de 220 mm de diâmetro e pinça com um pistão, suficientes para levar a Fazer 250 à imobilidade a curta distância.

Todo o funcionamento do motor é assegurado por um eficiente sistema de controle que comanda um conjunto de dez diferentes leituras. O coração, a Unidade de Controle Eletrônico (ECU), monitora e analisa as informações de cada sensor e transmite os comandos aos vários sistemas para que funcionem de forma ideal para atender às mais diferentes condições de utilização.

O radiador de óleo, melhora a capacidade de arrefecimento do motor, um monocilíndrico quatro tempos de 249 cc e comando de válvula no cabeçote que desenvolve 21 cv de potência a 8.000 RPM e 2,10 kgf.m a 6.500 RPM, com pistão forjado e o cilindro revestido de cerâmica dispersiva de calor, que como nos maiores modelos da marca – XT660R, Fazer, YZ e WR, também são utilizadas em razão da sua enorme robustez e longevidade.

Fonte: Site da Yamaha

A Yamaha Fazer YS250 2012 está à venda em toda Rede de Concessionárias Autorizadas Yamaha – 547 concessionários. As motocicletas Yamaha têm um ano de garantia, sem limite de quilometragem.

Teste da Yamaha Fazer YS 250 2012

Desde seu lançamento em 2005 a Yamaha Fazer YS250 mantém posição de destaque no mercado brasileiro.

Primeira motocicleta de “baixa” cilindrada e de fabricação nacional a receber o sistema de alimentação por injeção eletrônica de combustível, ela atende plenamente seus consumidores pelo desempenho e economia. Considerada sonho de consumo para muitos motociclistas urbanos, a YS 250 Fazer surpreende positivamente por seu desenho moderno e intrigante

A começar pela tecnologia presente em itens antes só disponíveis em motocicletas maiores, como a própria injeção eletrônica, o pistão forjado e o cilindro com revestimento cerâmico e freio a disco também na roda traseira, ela tem desenho com linhas modernas e destaca-se pelo desempenho, dirigibilidade e baixo consumo.

A YS250 “veste” bem e logo na primeira volta e o motociclista já está confortável sente-se absolutamente seguro na pilotagem.

Apesar de monocilíndrica, o nível de vibração é mínimo, fruto de um trabalho exemplar no dimensionamento e sincronização do eixo balançeiro, pela engenharia da Yamaha para torná-la suave em qualquer faixa de rotação.

Com estas características, qualquer motociclista se sente encorajado a acelerar firmemente e usufruir o melhor que ela pode oferecer nos ambientes para os quais foi projetada: cidade, estradas e rodovias.

Cidade

Seu peso (137 kg) praticamente não é percebido no meio dos carros no trânsito urbano.

Ela comporta-se como motocicleta pequena, com a vantagem do pouco peso bem distribuído e do resultado de todo acerto do motor, com o sistema de injeção eletrônica que oferece sempre a força na medida exata e proporciona suavidade nas manobras.

Como é um motor calibrado para altas rotações alguns cuidados nas reduções é conveniente para não travar a roda traseira. Em determinadas situações, pode haver necessidade de “queimar” embragem para ganhar giro para uma manobra mais rápida no trânsito.

As suspensões são bem ajustadas e absorvem com tranquilidade as imperfeições do piso, Apenas a traseira tem regulagem na pré carga da mola. Os freios a disco estão dimensionados adequadamente e sua integração com as suspensões conferem confiança para andar nessa street como se ela fosse uma trail nos obstáculos urbanos.

O consumo de combustível é surpreendentemente baixo no uso urbano. Mais um ponto para a injeção eletrônica da Fazer 250, que oferece autonomia próxima dos 400 km com um tanque de combustível, cuja capacidade de 19 litros leva os mais desavisados a acreditarem que o marcador de combustível está quebrado.

A posição de pilotagem é natural e permite visibilidade do painel e uso dos comandos intuitivamente.

No painel de instrumentos está um contagiros analógico e um mostrador em cristal liquido multifuncional, com hodômetro total e dois parciais (trip1 e trip2), marcador de combustível e relógio, além das luzes-espia.

Outro destaque da Fazer 250 é o farol com lâmpada de 55/60 watts, garantia de luminosidade e segurança em pilotagem noturna.

Estrada

As mesmas qualidades que a Fazer 250 apresenta na cidade, são trazidas para seu uso em estradas e rodovias. Aceleração firme e linear, facilidade para manter a velocidade de cruzeiro em faixa segura, economia de combustível e grande autonomia.

Apenas em algumas condições, principalmente com condutor pesado ou com garupa, um pouco mais de motor (potência e torque) seria bom. Nestas condições, o ideal é subir mais um degrau e partir para um aumento de cilindrada ou um motor de dois cilindros de 250 cc de cilindrada.

A estabilidade e o equilíbrio se destacam, coincidindo com as qualidades dos pneus que adicionam mais tração e confiabilidade. Na traseira, aliás, a Yamaha incorporou o novo link da suspensão com roletes, o que melhora o conforto, diminui a necessidade de manutenção e o risco de travar os movimentos do link, o que ficou muito bom.

Um item que está bem resolvido também é o nível de ruído – bastante baixo. Para uma monocilíndrica que gira em torno de 7 a 8 mil rpm em velocidade de cruzeiro, realizar longas viagens com a Yamaha Fazer YS250 pode se tornar desgastante para o pequeno motor.

Sente-se a falta de ganchos que facilitem prender qualquer tipo de carga quando se está sem garupa. Parece que a Yamaha quer forçar a venda de acessórios como bauletos e bagageiros.

Análise técnica – avaliação

Todo o funcionamento do motor é assegurado pelo sistema de controle que recebe leituras vários sensores. A Unidade de Controle Eletrônico (ECU) monitora e analisa as informações de cada sensor e transmite os comandos aos vários sistemas para que funcionem de forma ideal e atendam às mais diferentes condições de pilotagem.

Um bom exemplo é o sensor de ângulo de inclinação, que interrompe a injeção do combustível quando há uma inclinação da motocicleta superior a 65 graus.

O controle da bomba de gasolina fornece alimentação apenas enquanto houver um mínimo de combustível no tanque que garanta o funcionamento da bomba de combustível sem avaria.

Motor

A Fazer 250 é equipada com um motor monocilíndrico, quatro tempos de 249 cc e um comando para as duas válvulas simples no cabeçote (OHC) que desenvolve 21 cv de potência a 8.000 rpm e torque de 2,10 kgf.m a 6.500 rpm. Responde bem em alta rotação, mas pede o uso da embreagem para retomadas mais rápidas no trânsito ou numa saída de curva.

Tem pistão forjado e o cilindro é revestido de cerâmica dispersiva de calor, isso aumenta a robustez e a longevidade e é muito bom, particularmente nesse tipo de motor que no uso em estradas e rodovias mais rápidas, trabalha sempre perto demais da faixa vermelha e o desgaste natural seria excessivo.

Câmbio

Excelente caixa de câmbio, encaixa sempre na faixa ótima de giro em função de seu bom escalonamento. Nos casos explicados no quesito do motor (baixa rpm) o motor demora a crescer. As passagens são bem definidas e raramente se erra uma marcha.

Alguns usuários podem se queixar de ser um pouco barulhento mas não achamos relevante essa questão. A embreagem é ótima, bem sensível, nunca altera seu ajuste ou dá qualquer tipo de vibração mesmo com grande variação de temperatura.

Ciclística

O chassi é de berço duplo em aço com soldas extremamente bem feitas e protegido por uma pintura de boa cobertura e resistencia. Sua geometria se aproxima ao de uma off-road, caracterizado pelo longo trail de 104,5 mm e entreeixos proporcionalmente, curto mas que conta com um bom efeito da balança longa porque seu baixo ângulo de ataque provoca pouca variação do entreeixos ao longo do curso da suspensão.

Essa estratégia resultou em uma moto um pouco lenta nas respostas, mas que por ser relativamente leve ainda é fácil para manobras da cidade e mudanças rápidas de direção nas curvas das estradas.

O resultado é que mesmo em frenagem forte a frente se mantém controlável e pode-se até mudar de direção durante a frenagem que a geometria e suspensões aceitam razoavelmente bem uma mudança de direção ou um impacto em algum buraco. Uma ótima solução para os mal conservados caminhos brasileiros.

Suspensão

As rodas aceitam as irregularidades do solo com muito bom controle e tem boa progressividade a ponto de não serem afetadas por excesso de carga. O ajuste na pré carga da mola traseira é bom para manter a atitude correta da moto (sag).

Freios

Bem dimensionado na dianteira com 282 mm de diâmetro e dois pistões nas pinças, ele responde com progressividade e potência, sem perder a capacidade de modulação. Fácil aplicar com força até o limite de travar a roda sem arriscar perder o controle. Considere que o pneu de boa qualidade ajuda muito para isso.

O traseiro a disco tem 220 mm de diâmetro e se mostra bem eficiente também.

A posição do ajuste da altura do pedal de freio na unidade que testamos estava muito alto, provocando o acionamento involuntário apenas posicionando o pé sobre o pedal. Ajustado, não apresentou mais problemas.

Com vendas estáveis em torno de 3 mil unidades mensais desde seu lançamento, a Yamaha Fazer YS250 representa o degrau imediatamente superior das pequenas street urbanas de até 150cc..

A Fazer, apesar de ter motor menor, exibe qualidades para ser merecedora da preferência de muitos consumidores e objeto de desejo de outros tantos. A Yamaha Fazer YS250 custa R$ 11.311,00 (Média FIPE abril/2011) e tem um ano de garantia, sem limite de quilometragem.

Fonte: Motonline.com

Ficha Técnica Fazer 250 2011

Comprimento total 2.065 mm
Largura total 745 mm
Altura total 1.065 mm
Altura do assento 805 mm
Distância entre eixos 1.360 mm
Altura mínima do solo 190 mm
Peso seco 137 Kg
Raio mínimo de giro 2.4  m
Motor 4 tempos, OHC, refrigerado a ar com radiador óleo, 2 válvulas
Quantidade de cilindros 1 cilindro, 2 válvulas
Cilindrada 250 cc
Diâmetro x curso 74,0 x 58,0 mm
Taxa de compressão 9.80:1
Potência máxima 21 cv a 8.000 rpm
Torque máximo 2,1 kgf.m a 6.500 rpm
Sistema de partida Elétrica
Sistema de lubrificação Cárter úmido
Capacidade do óleo do motor 1,5 litros
Capacidade do tanque de combustível (reserva) 19,2 litros (4,5 reserva)
Alimentação Injeção eletrônica
Sistema de ignição TCI
Bateria 12V x 6 Ah, selada
Transmissão primária engrenagens
Transmissão secundária corrente
Embreagem Úmida, disco múltiplo — mola helicoidal
Câmbio 5 velocidades, engrenagem constante
Quadro Berço duplo de aço
Ângulo de cáster 26° 30′
Trail 104,5 mm
Pneu dianteiro 100/80 17 M/C 52S
Pneu traseiro 130/70 17 M/C 62S
Freio dianteiro Disco hidráulico de 282 mm de diâmetro
Freio traseiro Disco hidráulico de 220 mm de diâmetro
Suspensão dianteira Garfo telescópico
Suspensão traseira Mono amortecida
Curso da suspensão dianteira 120 mm
Curso da suspensão traseira 120 mm
Painel de Instrumentos Painel digital — velocímetro, hodômetro total e dois parciais (trip1 e trip2), mais hodômetro do combustível (f-trip), marcador do nível de combustível digital e relógio. Luzes espias — contagiros análogo.
Informações adicionais
Peso (ordem de macha) 153 kg
Cilindrada real 249,0 cc
Relação de redução primária 74/24 (3,083)
Relação de redução secundária 45/15 (3,000)
Cores preta, vermelha e roxa

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