Transformamos problemas cotidianos em transtornos mentais

October 8th, 2014 Comments off

Catedrático emérito da Universidade Duke comandou a redação da ‘bíblia’ dos psiquiatras

Allen Frances (Nova York, 1942) dirigiu durante anos o Manual Diagnóstico e Estatístico (DSM), documento que define e descreve as diferentes doenças mentais. Esse manual, considerado a bíblia dos psiquiatras, é revisado periodicamente para ser adaptado aos avanços do conhecimento científico. Frances dirigiu a equipe que redigiu o DSM IV, ao qual se seguiu uma quinta revisão que ampliou enormemente o número de transtornos patológicos. Em seu livro Saving Normal (inédito no Brasil), ele faz uma autocrítica e questiona o fato de a principal referência acadêmica da psiquiatria contribuir para a crescente medicalização da vida.

Pergunta. No livro, o senhor faz um mea culpa, mas é ainda mais duro com o trabalho de seus colegas do DSM V. Por quê?

Resposta. Fomos muito conservadores e só introduzimos [no DSM IV] dois dos 94 novos transtornos mentais sugeridos. Ao acabar, nos felicitamos, convencidos de que tínhamos feito um bom trabalho. Mas o DSM IV acabou sendo um dique frágil demais para frear o impulso agressivo e diabolicamente ardiloso das empresas farmacêuticas no sentido de introduzir novas entidades patológicas. Não soubemos nos antecipar ao poder dos laboratórios de fazer médicos, pais e pacientes acreditarem que o transtorno psiquiátrico é algo muito comum e de fácil solução. O resultado foi uma inflação diagnóstica que causa muito dano, especialmente na psiquiatria infantil. Agora, a ampliação de síndromes e patologias no DSM V vai transformar a atual inflação diagnóstica em hiperinflação.

P. Seremos todos considerados doentes mentais?

R. Algo assim. Há seis anos, encontrei amigos e colegas que tinham participado da última revisão e os vi tão entusiasmados que não pude senão recorrer à ironia: vocês ampliaram tanto a lista de patologias, eu disse a eles, que eu mesmo me reconheço em muitos desses transtornos. Com frequência me esqueço das coisas, de modo que certamente tenho uma demência em estágio preliminar; de vez em quando como muito, então provavelmente tenho a síndrome do comedor compulsivo; e, como quando minha mulher morreu a tristeza durou mais de uma semana e ainda me dói, devo ter caído em uma depressão. É absurdo. Criamos um sistema de diagnóstico que transforma problemas cotidianos e normais da vida em transtornos mentais.

Não soubemos nos antecipar ao poder dos laboratórios de criar novas doenças

P. Com a colaboração da indústria farmacêutica…

R. É óbvio. Graças àqueles que lhes permitiram fazer publicidade de seus produtos, os laboratórios estão enganando o público, fazendo acreditar que os problemas se resolvem com comprimidos. Mas não é assim. Os fármacos são necessários e muito úteis em transtornos mentais severos e persistentes, que provocam uma grande incapacidade. Mas não ajudam nos problemas cotidianos, pelo contrário: o excesso de medicação causa mais danos que benefícios. Não existe tratamento mágico contra o mal-estar.

P. O que propõe para frear essa tendência?

R. Controlar melhor a indústria e educar de novo os médicos e a sociedade, que aceita de forma muito acrítica as facilidades oferecidas para se medicar, o que está provocando além do mais a aparição de um perigosíssimo mercado clandestino de fármacos psiquiátricos. Em meu país, 30% dos estudantes universitários e 10% dos do ensino médio compram fármacos no mercado ilegal. Há um tipo de narcótico que cria muita dependência e pode dar lugar a casos de overdose e morte. Atualmente, já há mais mortes por abuso de medicamentos do que por consumo de drogas.

P. Em 2009, um estudo realizado na Holanda concluiu que 34% das crianças entre 5 e 15 anos eram tratadas por hiperatividade e déficit de atenção. É crível que uma em cada três crianças seja hiperativa?

R. Claro que não. A incidência real está em torno de 2% a 3% da população infantil e, entretanto, 11% das crianças nos EUA estão diagnosticadas como tal e, no caso dos adolescentes homens, 20%, sendo que metade é tratada com fármacos. Outro dado surpreendente: entre as crianças em tratamento, mais de 10.000 têm menos de três anos! Isso é algo selvagem, desumano. Os melhores especialistas, aqueles que honestamente ajudaram a definir a patologia, estão horrorizados. Perdeu-se o controle.

P. E há tanta síndrome de Asperger como indicam as estatísticas sobre tratamentos psiquiátricos?

R. Esse foi um dos dois novos transtornos que incorporamos no DSM IV, e em pouco tempo o diagnóstico de autismo se triplicou. O mesmo ocorreu com a hiperatividade. Calculamos que, com os novos critérios, os diagnósticos aumentariam em 15%, mas houve uma mudança brusca a partir de 1997, quando os laboratórios lançaram no mercado fármacos novos e muito caros, e além disso puderam fazer publicidade. O diagnóstico se multiplicou por 40.

Os seres humanos sobrevivem há milhões de anos graças à capacidade de confrontar a adversidade

P. A influência dos laboratórios é evidente, mas um psiquiatra dificilmente prescreverá psicoestimulantes a uma criança sem pais angustiados que corram para o seu consultório, porque a professora disse que a criança não progride adequadamente, e eles temem que ela perca oportunidades de competir na vida. Até que ponto esses fatores culturais influenciam?

R. Sobre isto tenho três coisas a dizer. Primeiro, não há evidência em longo prazo de que a medicação contribua para melhorar os resultados escolares. Em curto prazo, pode acalmar a criança, inclusive ajudá-la a se concentrar melhor em suas tarefas. Mas em longo prazo esses benefícios não foram demonstrados. Segundo: estamos fazendo um experimento em grande escala com essas crianças, porque não sabemos que efeitos adversos esses fármacos podem ter com o passar do tempo. Assim como não nos ocorre receitar testosterona a uma criança para que renda mais no futebol, tampouco faz sentido tentar melhorar o rendimento escolar com fármacos. Terceiro: temos de aceitar que há diferenças entre as crianças e que nem todas cabem em um molde de normalidade que tornamos cada vez mais estreito. É muito importante que os pais protejam seus filhos, mas do excesso de medicação.

P. Na medicalização da vida, não influi também a cultura hedonista que busca o bem-estar a qualquer preço?

R. Os seres humanos são criaturas muito maleáveis. Sobrevivemos há milhões de anos graças a essa capacidade de confrontar a adversidade e nos sobrepor a ela. Agora mesmo, no Iraque ou na Síria, a vida pode ser um inferno. E entretanto as pessoas lutam para sobreviver. Se vivermos imersos em uma cultura que lança mão dos comprimidos diante de qualquer problema, vai se reduzir a nossa capacidade de confrontar o estresse e também a segurança em nós mesmos. Se esse comportamento se generalizar, a sociedade inteira se debilitará frente à adversidade. Além disso, quando tratamos um processo banal como se fosse uma enfermidade, diminuímos a dignidade de quem verdadeiramente a sofre.

P. E ser rotulado como alguém que sofre um transtorno mental não tem consequências também?

R. Muitas, e de fato a cada semana recebo emails de pais cujos filhos foram diagnosticados com um transtorno mental e estão desesperados por causa do preconceito que esse rótulo acarreta. É muito fácil fazer um diagnóstico errôneo, mas muito difícil reverter os danos que isso causa. Tanto no social como pelos efeitos adversos que o tratamento pode ter. Felizmente, está crescendo uma corrente crítica em relação a essas práticas. O próximo passo é conscientizar as pessoas de que remédio demais faz mal para a saúde.

P. Não vai ser fácil…

R. Certo, mas a mudança cultural é possível. Temos um exemplo magnífico: há 25 anos, nos EUA, 65% da população fumava. Agora, são menos de 20%. É um dos maiores avanços em saúde da história recente, e foi conseguido por uma mudança cultural. As fábricas de cigarro gastavam enormes somas de dinheiro para desinformar. O mesmo que ocorre agora com certos medicamentos psiquiátricos. Custou muito deslanchar as evidências científicas sobre o tabaco, mas, quando se conseguiu, a mudança foi muito rápida.

P. Nos últimos anos as autoridades sanitárias tomaram medidas para reduzir a pressão dos laboratórios sobre os médicos. Mas agora se deram conta de que podem influenciar o médico gerando demandas nos pacientes.

R. Há estudos que demonstram que, quando um paciente pede um medicamento, há 20 vezes mais possibilidades de ele ser prescrito do que se a decisão coubesse apenas ao médico. Na Austrália, alguns laboratórios exigiam pessoas de muito boa aparência para o cargo de visitador médico, porque haviam comprovado que gente bonita entrava com mais facilidade nos consultórios. A esse ponto chegamos. Agora temos de trabalhar para obter uma mudança de atitude nas pessoas.

P. Em que sentido?

R. Que em vez de ir ao médico em busca da pílula mágica para algo tenhamos uma atitude mais precavida. Que o normal seja que o paciente interrogue o médico cada vez que este receita algo. Perguntar por que prescreve, que benefícios traz, que efeitos adversos causará, se há outras alternativas. Se o paciente mostrar uma atitude resistente, é mais provável que os fármacos receitados a ele sejam justificados.

P. E também será preciso mudar hábitos.

R. Sim, e deixe-me lhe dizer um problema que observei. É preciso mudar os hábitos de sono! Vocês sofrem com uma grave falta de sono, e isso provoca ansiedade e irritabilidade. Jantar às 22h e ir dormir à meia-noite ou à 1h fazia sentido quando vocês faziam a sesta. O cérebro elimina toxinas à noite. Quem dorme pouco tem problemas, tanto físicos como psíquicos.

Fonte: El País

Veja também:

  • Conheça os DSM-IV Codes (the classification found in the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, 4th Edition, Text Revision)
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Motos: Como andar no corredor com segurança

September 23rd, 2014 Comments off

Por Cícero Lima (16/09/2014)


Assunto polêmico, o espaço pode ser prático e seguro quando utilizado da maneira correta

Os congestionamentos nas cidades médias e grandes vêm batendo recordes. Em São Paulo, já é comum haver mais de 200 quilômetros de trânsito travado. Nessa condição quem está de moto pode levar uma grande vantagem. Além de ganhar tempo, economiza dinheiro e se livra do estresse de ficar preso no carro ou no transporte público. Mas pilotar entre os carros não é uma tarefa fácil, exige atenção e cuidados.

Nosso objetivo não é incentivar a circular entre os carros, mas cedo ou tarde você irá fazê-lo. O primeiro passo é admitir que circular no corredor envolve riscos e, portanto, toda cautela nunca é demais. A insegurança de andar no corredor pode provocar reações bem diferentes nos motociclistas. Os mais ousados enfrentam a situação sem medo e acabam se tornando vulneráveis demais, enquanto os mais temerosos – e cuidadosos – têm menos chances de se envolver em acidentes.

Quando andar no corredor?


Em caso de fluxo normal de trânsito, ocupe seu espaço no centro da faixa

Nossa primeira dica é: não ande no corredor sempre. Tome essa atitude apenas quando os carros estiverem parados mesmo. Caso o trânsito esteja fluindo bem, fique no centro da faixa de rolagem e ocupe o espaço de um carro. E respeite o limite de velocidade da via. Se o trânsito parar não entre repentinamente no corredor formado entre os carros. Sinalize com a seta e veja se não há outra moto no corredor ou algum automóvel mudando de faixa.

Farol aceso


Alguns modelos mais novos já acendem automaticamente as luzes ao virar a chave

É lei: toda motocicleta tem de circular com o farol aceso mesmo durante o dia. No corredor, isso é ainda mais importante. Muitos acham que o farol só deve estar ligado durante a noite para que você enxergue seu caminho. Isso é um erro, pois o farol tem a função também de alertar motoristas e pedestres para a aproximação da moto. Vale lembrar que rodar com o farol apagado é uma infração gravíssima, de acordo com o Código Brasileiro de Trânsito.

Ponto cego


As colunas do carro podem bloquear a visão do motorista. Cuidado!

Mesmo com o farol acesso a moto pode estar escondida nos chamados pontos cegos – áreas onde a visão do motorista é bloqueada pelas colunas do carro, como nas laterais ou mesmo na parte traseira. Acostume-se a evitar rodar bem ao lado dos carros. Uma dica: se você consegue ver os olhos do motorista no espelho retrovisor, significa que sua moto está visível. Mas isso não significa que você esteja sendo visto! Portanto, procure ficar onde os motoristas possam vê-lo.

Velocidade reduzida

Se o trânsito estiver congestionado e os carros parados, mantenha uma velocidade compatível com a via no corredor. Nunca acelere como se a pista estivesse livre, porque não está. Se os carros estão a uma velocidade bem baixa, naquele famoso “anda-e-para”, não rode a 70 km/h entre eles só porque esse é o limite da via. Vá mais devagar, assim conseguirá frear em caso de emergência.

Na direita? Jamais!


Além de perigoso, trafegar pela direita é proibido

Não seria necessário explicar isso, pois ultrapassar pela direita também é infração de trânsito. Mas, além de ser proibido, é perigoso usar o corredor entre os carros e a calçada. O risco de ser fechado por um veículo que entra à direita é muito grande, pois o motorista não espera que uma moto passe por ali. Os acidentes mais comuns acontecem em entradas de garagens e estacionamentos. Outro perigo é que as sarjetas costumam ter muita sujeira, como areia, cacos de vidro e pedras.

Redobre a atenção em locais movimentados


Locais próximos à passarelas, por exemplo, exigem atenção extra

Entrada de supermercados, igrejas, terminais de ônibus, postos de combustível ou outros lugares com grande circulação de pedestres e veículos exigem toda a atenção do motociclista. São comuns mudanças abruptas de direção por parte dos motoristas que mudam de direção para acessar a entrada do posto ou ainda parar o carro para que alguém desça. Cabe ao motociclista se proteger reduzindo a velocidade e prestando atenção ao entorno, inclusive a movimentação dos pedestres que também significam um risco ao piloto e sua moto.

O mesmo cuidado deve ser tomado ao passar por estações do Metrô ou trem. Os pontos de ônibus também exigem atenção redobrada já que as pessoas tendem a atravessar a rua correndo ao ver o ônibus parado ou se aproximando do ponto.

Mantenha distância 


Fique longe do outro veículo. Seja ele um carro ou outra moto no corredor

Infelizmente os acidentes envolvendo somente motos tornaram-se cada vez mais comuns. Há as colisões traseiras, porque os motociclistas andam colados uns aos outros no corredor sem guardar uma distância de segurança da moto que vai à sua frente. Mas também acontecem muitas colisões laterais quando uma das motos entra no corredor.

Lembre-se: ao entrar no corredor tome o máximo de cuidado, se não houver uma visão perfeita não realize a manobra, espere o trânsito andar se posicione e tenha certeza que não vem nenhuma outra moto no corredor.

Cuidado com a chuva


Atenção redobrada: vias molhadas representam perigo para motociclistas

Por conta da chuva os motoristas têm a visão comprometida e podem colocá-lo em risco. Antes de realizar qualquer manobra tenha a certeza que o motorista está vendo sua moto, principalmente se for um veículo de grandes proporções.

Em meio aos congestionamentos, principalmente quando está chovendo, os espaços entre os carros ficam mais apertados. Os motoristas parecem disputar qualquer palmo de asfalto e mudam de faixa rapidamente, fechando os outros veículos. Uma situação que exige atenção redobrada do motociclista, pois o chão molhado aumenta a distância de frenagem.

Não siga a ambulância


Ir “no vácuo” de um veículo de emergência aumenta o risco de fechadas

Outra situação bastante delicada é a aproximação de veículos de emergência como ambulâncias e viaturas de polícia ou bombeiros. O maior risco é ser fechado por algum motorista que muda de faixa de maneira abrupta para dar passagem. É comum ver motociclistas tentando ultrapassar a ambulância e acabam disputando espaço com esses veículos. O ideal é dar passagem a ambulância e esperar que o trânsito volte ao normal, antes de circular no corredor.

Cuidado com a fechada


Ao ver um automóvel dando seta para mudar de faixa, deixe-o realizar a manobra

Ao transitar entre os carros e uma faixa começar a andar fique atento, pois existe a chance de algum motorista trocar de faixa a qualquer momento. Isso acontece na ânsia de aproveitar uma brecha entre os carros e ganhar alguns metros. O mais indicado é se posicionar no centro da faixa, como se fosse um automóvel, garantindo assim que os motoristas vejam a moto. O mesmo posicionamento deve ser adotado quando o trânsito estiver fluindo.

Dê passagem

Infelizmente muitos pilotos acham que o fato de buzinar é o bastante para garantir sua segurança. Basta um carro dar a seta, indicando sua necessidade de mudar de direção, que alguns motociclistas buzinam e impedem a manobra. Seja gentil e permita que o automóvel mude de faixa.

Motoristas perdidos

São Paulo é uma das capitais que mais recebem visitantes de todo o País, seja a trabalho ou a passeio. Muitas pessoas dirigem em nossas ruas e correm o risco de se perder ou fazer manobras bruscas para não perderem uma entrada. Se houver um automóvel em baixa velocidade, preste atenção à placa, caso seja de outra cidade tenha paciência. O motorista pode fazer alguma manobra brusca quando encontrar seu caminho. Principalmente nas alças de acesso de pontes ou avenidas de grande fluxo.

Veículos grandes


Nunca fique entre dois veículos de maior porte. Há o risco de não ser visto por eles

A convivência entre motos é caminhão é bem difícil devido às diferenças de tamanho, peso e velocidade entre os dois veículos. Enquanto a moto faz manobras rápidas e com muita visibilidade, o caminhão demora em mudar de direção e grande parte das vezes o motorista tem a visibilidade comprometida. Nunca se arrisque entre dois veículos grandes, a chance de não ser visto é grande.

O mesmo se aplica aos ônibus. Ao passar ao lado desses veículos o motociclista deve considerar que pode não estar sendo visto pelo motorista. Deve-se tomar cuidado com cordas e outros equipamentos do caminhão que podem enganchar na moto e derrubá-la. Jamais ultrapasse um ônibus pela direita junto à calçada, pois um pedestre pode descer ou você pode ser fechado.

Ambulantes


Em congestionamentos, o risco para motociclistas e esse tipo de profissional aumenta ainda mais

As ruas movimentadas se tornaram uma fonte de renda para ambulantes, artistas de rua e pedintes. Em algumas avenidas eles circulam entre os carros oferecendo suas mercadorias. Muitos já estão acostumados com o elevado fluxo de motos e dão até passagem, mas o problema são os carros que invadem o corredor para desviar dos ambulantes. Essa situação é mais comum em avenidas que estão costumeiramente congestionadas. Outra situação de risco é a presença de cadeirantes ou portadores de necessidades especiais circulando entre os carros. Por isso, cuidado redobrado!

Fonte: InfoMoto

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Migrando da Suzuki Boulevard M800R para a Yamaha XJ6N

July 24th, 2014 Comments off


Suzuki Boulevard M800R (2014)


Yamaha XJ6 N (2014)

M800R XJ6N Diferenças
Comprimento total 242,0 cm 212,0 cm -30,0 cm
Largura total 89,0 cm 77,0 cm -12,0 cm
Altura total 110,5 cm 108,5 cm -2,0 cm
Altura do assento 70,5 cm 78,5 cm +8,0 cm
Distância entre eixos 165,5 cm 144,0 cm -21,55 cm
Altura mínima do solo 14,0 cm 14,0 cm 0 cm
Capacidade do tanque de combustível 16,0 litros 17,3 litros +1,3 litros
Óleo do Motor 3,4 litros 3,4 litros 0 litros
Peso em ordem de marcha (1) 269,0 kg 206,7 kg -62,3 Kg
Cilindrada 805 cc 600 cc -205 cc
Taxa de compressão 9.4:1 12,2:1
Potência máxima (2) 57 hp a 6.000 rpm 77,5 cv a 10.000 rpm +20,5 hp
Torque máximo 7,0 kgf.m a 4.000 rpm 6,09 Kgf.m a 8.500 rpm -0,91 Kgf.m
Relação Peso / Potência (1)/(2) 5,1 kg/hp  2,7 kg/hp -2,4 Kg/hp
Câmbio 5 velocidades 6 velocidades
Transmissão secundária Eixo Cardã Corrente
Pneu dianteiro 130/90 16 M/C 67W 120/70 ZR17 M/C 58W
Pneu traseiro 170/80 15 M/C 77W 160/60 ZR17 M/C 69W
Suspensão dianteira Telescópica invertida de amortecimento hidráulico, mola helicoidal Garfo telescópico
Suspensão traseira Balança articulada, tipo link de monoamortecimento hidráulico, mola helicoidal, com ajuste de pré-carga da mola Braço oscilante – monocross
Curso suspensão dianteira 14,0 cm 13,0 cm -1,0 cm
Curso suspensão traseira 10,5 cm 13,0 cm +2,5 cm
Freio dianteiro Disco hidráulico de 30,0 cm Disco duplo hidráulico de 298 mm (ABS)
Freio traseiro Tambor de 18,0 cm Disco hidráulico de 245 mm (ABS)
Preço R$ 34.900  R$ 34.100 (ABS)

 

Painel de Intrumentos da Suzuki Boulevard M800

Painel de Intrumentos da Yamaha XJ6N

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Johannes Brahms – Piano Concerto No. 2

May 20th, 2014 Comments off

The Piano Concerto No. 2 in B-flat major, Op. 83 by Johannes Brahms is separated by a gap of 22 years from his first piano concerto. Brahms began work on the piece in 1878 and completed it in 1881 while in Pressbaum near Vienna. It is dedicated to his teacher, Eduard Marxsen. The premiere of the concerto was given in Budapest on November 9, 1881, with Brahms as soloist, and was an immediate success. He proceeded to perform the piece in many cities across Europe.

The piece is scored for 2 flutes, 2 oboes, 2 clarinets (B-flat), 2 bassoons, 4 horns (initially 2 in B-flat bass, 2 in F), 2 trumpets (B-flat), timpani (B-flat and F), and strings. (The trumpets and timpani are used only in the first two movements, which is unusual.)

The piece is in four movements, rather than the three typical of concertos in the Classical and Romantic periods:

  • Allegro non troppo (B-flat major)
  • Allegro appassionato (D minor)
  • Andante (B-flat major)
  • Allegretto grazioso (B-flat major)

The additional movement results in a concerto considerably longer than most other concertos written up to that time, with typical performances lasting around 50 minutes. Upon its completion, Brahms sent its score to his friend, the surgeon and violinist Theodor Billroth to whom Brahms had dedicated his first two string quartets, describing the work as “some little piano pieces.” Brahms even described the stormy scherzo as a “little wisp of a scherzo.”

Allegro non troppo

The first movement is in the concerto variant of sonata form. The main theme is introduced with a horn solo, with the piano interceding. The woodwind instruments proceed to introduce a small motif (borrowed, perhaps unconsciously, from the opening of the first movement of his Serenade No. 2) before an unusually placed cadenza appears. The full orchestra repeats the theme and introduces more motifs in the orchestral exposition. The piano and orchestra work together to develop these themes in the piano exposition before the key changes to F minor (from F major, the dominant) and the piano plays a powerful and difficult section before the next orchestral tutti appears. The development, like many such sections in the Classical period, works its way from the dominant key back to the tonic while heavily developing themes. At the beginning of the recapitulation, the theme is replayed before a differing transition is heard, returning to the music heard in the piano exposition (this time in B-flat major / B-flat minor). A coda appears after the minor key section, finishing off this movement.

Allegro appassionato

This scherzo is in the key of D minor and is in ternary form. Contrary to Brahms’ “tiny wisp of a scherzo” remark, it is a tumultuous movement. The piano and orchestra introduce the theme and develop it before a quiet section intervenes. Soon afterwards the piano and orchestra launch into a stormy development of the theme before coming to the central episode (in D major). The central episode is brisk and begins with the full orchestra before yet another quiet section intervenes; then the piano is integrated into the orchestral effect to repeat the theme of the central episode. The beginning section returns but is highly varied.

Andante

The slow movement is in the tonic key of B-flat major and is unusual in utilizing an extensive cello solo within a piano concerto. Brahms subsequently rewrote the cello’s theme and changed it into a song, Immer leiser wird mein Schlummer (“My Slumber Grows Ever More Peaceful”) with lyrics by Hermann Van Lingg. (Op. 105, No. 2). Within the concerto, the cello plays the theme for the first three minutes, before the piano comes in. However, the gentler melodic piece that the piano plays soon gives way to a stormy theme in B-flat minor. When the storm subsides, still in the minor key, the piano plays a transitional motif that leads to the key of G-flat major, before the cello comes in to reprise, in the wrong key, and knowing that it has to get back to B-flat major, the piano and the orchestra make a transition to finish off the theme in its original home key of B-flat major. After the piano plays the transitional motifs, the piano quickly reprises the middle section in a major key before the final coda is established.
Allegretto grazioso

The last movement consists of five clearly distinguishable sections, which introduce and develop five different themes.

The first section (bars 1 to 64) presents themes 1 and 2. The first theme (also the “main theme”) (1-8) is first played by the piano and then repeated by the orchestra. The second theme (16-20) is likewise presented by the piano and repeated – and expanded – by the orchestra. Finally, a kind of development of the first theme leads on to the next section.

The second section (65-164) contains the next three themes. Theme 3 (65-73) is very different from the previous ones, due largely to its minor setting and its distinctive, Hungarian rhythm. Theme 4 (81-88) is still in a minor and theme 5 (97-104) is in F major. These three themes are each repeated back and forth several times, which gives the section the character of a development.

The third section (165-308) can be seen as a reprise of the first; it is built on the first two themes, but a striking new element is given in 201-205 and repeated in 238-241.

The fourth section (309-376) reprises themes 3, 5 and 4, in that order.

The final section, the coda, is built on the main theme, but even here (398) Brahms presents a new element, restating the main theme in triple rhythm (a device he used earlier to end his violin concerto) over a little march, first played by the piano, then answered by the orchestra, which trades themes with the soloist before the final chords.

Source: Wikipedia

München Philharmoniker / Daniel Barenboim (Piano)

Benoit Mandelbrot: Fractals And The Art Of Roughness

May 19th, 2014 Comments off

Benoît B. Mandelbrot (20 November 1924 – 14 October 2010) was a Polish-born, French and American mathematician, noted for developing a “theory of roughness” in nature and the field of fractal geometry to help prove it, which included coining the word “fractal”. He later discovered the Mandelbrot set of intricate, never-ending fractal shapes, named in his honor.

While he was a child, his family fled to France in 1936 to escape the growing Nazi persecution of Jews. After World War II ended in 1945, Mandelbrot studied mathematics, graduating from universities in Paris and the U.S., receiving a masters degree in aeronautics from Caltech. He spent most of his career in both the U.S. and France, having dual French and American citizenship. In 1958 he began working for IBM, where he stayed for 35 years and was an IBM Fellow.

Because of his access to IBM’s computers, Mandelbrot was one of the first to use computer graphics to create and display fractal geometric images, leading to his discovering the Mandelbrot set in 1979. By doing so, he was able to show how visual complexity can be created from simple rules. He said that things typically considered to be “rough”, a “mess” or “chaotic”, like clouds or shorelines, actually had a “degree of order”. His research career included contributions to such fields as geology, medicine, cosmology, engineering and the social sciences. Science writer Arthur C. Clarke credits the Mandelbrot set as being “one of the most astonishing discoveries in the entire history of mathematics”.

Toward the end of his career, he was Sterling Professor of Mathematical Sciences at Yale University, where he was the oldest professor in Yale’s history to receive tenure.Mandelbrot also held positions at the Pacific Northwest National Laboratory, Université Lille Nord de France, Institute for Advanced Study and Centre National de la Recherche Scientifique. During his career, he received over 15 honorary doctorates and served on many science journals, along with winning numerous awards. His autobiography, The Fractalist, was published in 2012.

Source: Wikipedia

Fractals And The Art Of Roughness

The Nature of Roughness in Mathematics, Science and Art

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The Bridge (2006 documentary film)

May 19th, 2014 Comments off

The Bridge is a 2006 British-American documentary film by Eric Steel that consists of the results of one year’s filming of the Golden Gate Bridge in 2004, which captured a number of suicides, and additional filming of family and friends of some of the identified people who had thrown themselves from the bridge.

The film was inspired by an article titled “Jumpers“, written by Tad Friend, that appeared in The New Yorker magazine in 2003. Friend writes that “Survivors often regret their decision in midair, if not before”, and suicide attempt survivor Ken Baldwin explains “I instantly realized that everything in my life that I’d thought was unfixable was totally fixable—except for having just jumped.

Steel interviewed relatives and friends of the suicide victims, not informing them that he had footage of their loved ones’ deaths. He claimed that, “All the family members now, at this point, have seen the film, [and are] glad that they had participated in it.” He filmed 120 hours of interviews.

The project was kept secret to avoid a situation where someone would “get it into his or her head to go to the bridge and immortalize him or herself on film.” The camera crew consisted of 12 people that showed up each morning for an entire year to film the bridge.

During filming, on average, one person jumped off the Golden Gate Bridge every 15 days. In an interview by the British Broadcasting Corporation, Steel states that as the death count was approaching one thousand, there was a rash of jumpers including people jumping with signs reading “I’m 1,000.”

In the beginning of January to February 2004, the film crew captured only splashes on the water and only knew from the Coast Guard arriving on the scene that someone had leaped. The first jumper caught with the telephoto lens was not behaving as filmmakers expected – crying and weeping – but, rather, was jogging; talking on his cellphone; laughing, and then suddenly put his things away and leaped to his death.

The film shows many jumpers, and also, many people being saved from jumping. In one case a woman traversed the upper railing to the lower railing only to be pulled by her collar back to safety by a photographer. Filmmakers tried in each case to intercede when they could, succeeding in preventing six jumps. But in most cases there was either no warning, or no time to prevent the jump.

The documentary also has an interview of Kevin Hines who jumped in 2000, and survived because, as he fell toward the water, decided that he wanted to live after all, and positioned himself so he hit the water feet first. He suffered serious injuries to his spine but his life was saved by a black seal swimming below him. He later attributed the seal’s presence as a sign from God.

The documentary caused significant controversy when bridge officials charged Steel with misleading them about his intentions. He secured a permit to film the bridge for months and captured 23 of 24 known suicides that took place during the filming phase of the project. In his permit application to the Golden Gate National Recreation Area, a government agency that does not have any jurisdiction over the bridge but that does manage nearby park areas, Steel said he intended “to capture the powerful, spectacular intersection of monument and nature that takes place every day at the Golden Gate Bridge”. Shooting lasted the entirety of 2004, ending with almost 10,000 hours of footage filmed.

Source: Wikipedia

Trailer

The Bridge (Full Documentary)

A Ponte (Documentário Completo – Legendado em Português)

Kevin Briggs: The bridge between suicide and life

For many years Sergeant Kevin Briggs had a dark, unusual, at times strangely rewarding job: He patrolled the southern end of San Francisco’s Golden Gate Bridge, a popular site for suicide attempts. In a sobering, deeply personal talk Briggs shares stories from those he’s spoken — and listened — to standing on the edge of life. He gives a powerful piece of advice to those with loved ones who might be contemplating suicide.

Source: TED

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Nova seleção na seção de Músicas e Músicos – Luna Lee

May 18th, 2014 Comments off

Foi adicionada mais uma seleção de composições na seção de “Músicas e Músicos” do Drink: “Luna Lee“.

As composições escolhidas foram: Voodoo Chile (Jimi Hendrix), All Along The Watchtower (Bob Dylan), Sleepwalk (Santo & Johnny), Starry Night (Joe Satriani), Manhattan (Eric Johnson), Scuttle Buttin (SRV), The Great Gig In The Sky (Pink Floyd), Little Wing (Jimi Hendrix), Midnight Drive (Tommy Emmanuel), Officially Missing You (Tamia), Bold As Love (Jimi Hendrix), Tender Surrender (Steve Vai), Smooth (Santana), Just The Two Of Us (Bill Withers), Determination (Tommy Emmanuel)

Para apreciar mais esta seleção clique em “Luna Lee“.

E, para seu maior prazer, observe a nota abaixo, que vale para todas as músicas:

Recomendo enfaticamente a utilização de um bom par de fones ou conjunto de caixas acústicas, para poder apreciar em sua totalidade a riqueza de sons dos diversos instrumentos tocados nas músicas.

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N’Oubliez Jamais – Joe Cocker (Live at Cologne 2013)

May 18th, 2014 Comments off

N’Oubliez Jamais (Jim Cregan and Russ Kunkel)

Papa, why do you play
all the same old songs
Why do you sing
with the melody
‘Cause down the street
something’s goin’ on
There’s a new beat
and a brand new song

He said:
In my life, there was so much anger
Still I have no regrets
Just like you, I was such a rebel
So dance your own dance, and never forget

N’oubliez jamais
I heard my father say
Every generation has its way
a need to disobey

N’oubliez jamais
It’s in your destiny
a need to disagree
when rules get in the way
N’oubliez jamais

Mama, why do you dance
to the same old songs
Why do you sing
only the harmony

Down on the street
Something’s goin’ on
There’s a new beat
and a brand new song

She said:
In my heart there’s a young girl’s passion
for a life long duet
Someday soon
someone’s smile will haunt you
So sing your own song and never forget

N’oubliez jamais
I heard my father say
Every generation has its way
a need to disobey

N’oubliez jamais
It’s in your destiny
a need to disagree
when rules get in the way
N’oubliez jamais

What is this game
searching for love or fame, it’s all the same
one of these days you say that love will be the cure
I’m not sure

N’oubliez jamais
I heard my father say
Every generation has its way
a need to disobey

N’oubliez jamais
It’s in your destiny
a need to disagree
when rules get in the way
N’oubliez jamais

Nunca Se Esqueça (Jim Cregan and Russ Kunkel)

Papai, por que você toca
A mesma velha canção
Por que você canta
Com a melodia
Porque descendo a rua
Alguma coisa está acontecendo
Há uma nova batida
E uma música nova

Ele disse:
Na minha vida, havia tanta raiva
Ainda não me arrependo
Assim como você, eu era como um rebelde
Então, dançar sua própria dança, e nunca se esqueça

Nunca se esqueça
Eu ouvi meu pai dizer
Cada geração tem o seu caminho
A necessidade de desobedecer

Nunca se esqueça
É em seu destino
A necessidade de discordar
Quando as regras ficam no caminho
Nunca se esqueça

Mamãe, por que você dança
A mesma velha canção
Por que você canta
Apenas a harmonia

Descendo a rua
Alguma coisa está acontecendo
Há uma nova batida
E uma música nova

Ele disse:
Em meu coração há uma paixão por uma garota jovem
Para um dueto ao longo da vida
Algum dia em breve
O sorriso de alguém irá assombrá-lo
Então, cantar sua própria canção, e nunca se esqueça

Nunca se esqueça
Eu ouvi meu pai dizer
Cada geração tem o seu caminho
A necessidade de desobedecer

Nunca se esqueça
É em seu destino
A necessidade de discordar
Quando as regras ficar no caminho
Nunca se esqueça

O que é este jogo
Procurando por amor ou fama, é tudo a mesma coisa
Um destes dias você diz que o amor vai ser a cura
Eu não tenho certeza

Nunca se esqueça
Eu ouvi meu pai dizer
Cada geração tem o seu caminho
A necessidade de desobedecer

Nunca se esqueça
Eu ouvi meu pai dizer
Cada geração tem o seu caminho
A necessidade de desobedecer
Nunca se esqueça

Categories: Músicas e Músicos Tags:

Soul Survivor: The Reincarnation of a World War II Fighter Pilot

April 10th, 2014 Comments off

The parents of James Leininger were first puzzled and then disturbed when their two-year-old son began screaming out chilling phrases during recurrent nightmares, such as, “Plane on fire! Little man can’t get out!”

The centerpiece of a loving family of three, James was a happy, playful toddler who had only just begun stringing together sentences. Determined to understand what was happening to their son, Bruce and Andrea set off on a journey of discovery that was to rock them to their core. For the more they researched the arcane comments and fragmented details little James revealed, the more they were drawn inescapably to a shocking conclusion: that James was reliving the life of James Huston, a World War II fighter pilot who was killed in the battle for Iwo Jima– over sixty years ago!

Through painstaking research and conversations with war veterans and surviving members of James Huston’s family, Bruce and Andrea were forced to confront their skepticism and reexamine their entire belief system. In the process, they not only managed to solve the mystery of their son’s statements. They also uncovered revelations about James Huston’s life and wartime experiences that could finally bring peace and healing to his loved ones, decades after his death.

This book features stunning drawings from James Leininger illustrating his unshakable memories, photos that portray the eerie resemblance between young James and the adult James Huston, and a foreword from world-renowned past lives expert Carol Bowman. In SOUL SURVIVOR, readers will come to know and believe in the special child.

Reviews

James Leininger’s story is the most compelling evidence so far for reincarnation.
–T.J. MacGregor, Edgar-winning author of Running Time

Whether you believe in reincarnation or not, you can’t help being impressed by the compelling evidence in its favor from this story of James Leininger, an American child who has recurring memories of a past life as World War II fighter pilot, James Huston, who was killed in the battle for Iwo Jima. Soul Survivor is a fascinating read; highly recommended.” –Phyllis Vega author of What Your Birthday Reveals About You and Lovestrology

Soul Survivor describes the case of James Leininger, a spectacular example of the phenomenon of young children who seem to remember previous lives. We are fortunate that one of our guides for the story is James’ father Bruce, who approaches the situation with a critical attitude. His insistence on doubting each piece of information until it can be verified makes the eventual conclusion that James’s parents reach–that he is indeed remembering the life of a deceased World War II pilot–well-earned. Anyone interested in the possibility of past-life memories, or anyone who thinks it can be easily dismissed, needs to read this book. ” –Jim B. Tucker, M.D., Assistant Professor of Psychiatry and Neurobehavioral Sciences at the University of Virginia and author of Life Before Life: A Scientific Investigation of Children’s Memories of Previous Lives

I believe with all my heart that James is James again. His story is riveting. I am sure this book will cause readers to see the truth: That we do come back here again, so we should make the most of the chances we have this time around.” –Concetta Bertoldi, author of the New York Times bestseller Do Dead People Watch You in the Shower? –This text refers to an out of print or unavailable edition of this title.

Source: Amazon.com

Reincarnation – Airplane Boy (abc Primetime)

Video Legendado em Português

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A História do Politicamente Correto

February 18th, 2014 Comments off

Veja, também o “The History of Political Correctness” by William S Lind e seu ensaio original “Who Stole Our Cultureaqui.

William S. Lind is a military historian theorist, a former defense specialist on Capitol Hill, and a long time associate of conservative leader Paul Weyrich. He is also a pundit on cultural conservatism.

Mr. Lind has a Bachelor’s degree from Dartmouth College and a Master’s degree in history from Princeton University.

Lind formerly was director of the Center for Cultural Conservatism at the Free Congress Foundation. The author of many books and articles on military strategy and war, he first expounded the theories of Fourth Generation warfare in an article in the Marine Corps Gazette in 1989. He writes for many publications, including The American Conservative magazine.

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